
Se você é do tipo que ao dar um espirro já vem a sua mente a maldita sensação "Ah merda, não acredito que vou ficar doente de novo!"... Bem, welcome to the club! (y) Desde quinta-feira estou nisso, dezenas de comprimidos, xarope, nebulização, chá e por aí vai. Sim, FDS extendido doente, o que não o faz tão diferente dos outros, só que dessa vez acrescentado dor de cabeça, tosse, garganta irritada, falta de ar, enfim já está indo embora! Mas então, o que fazer neste FDS entediante indo da cama pro sofá, do sofá pra cama e com uma mãe no teu pé enchendo o saco pra tomar os remédios na hora certa, jogar o catarro fora (EWW, sim foi nojento, ek), pra não andar descalço, não tomar nada gelado e não respirar fora do compasso? Hey, ainda tenho 5 aninhos Bem, me confrontei com uma pilha de filmes emprestados que prometi a mim mesmo que veria após as provas e a folga das pré-férias, então lá fui eu! Com toda minha coragem 'doentesca' (desde o último post estou inventando uns certos termos peculiares, não?).
Primeiro foi o filme que deixei o trailer no último post, 'Educação'. Fui assistir sem muita expectativa e achando que seria um filminho cansativo daqueles que nem vale a pena ter pego emprestado, maaaas me enganei e feio! Todo o clima, fotografia e atores me conquistaram e o enredo em si principalmente, que muitos não poderiam ter a mesma visão que eu tive, não sei, muitos não achariam um bom filme.

Se passando na década de 60, conta sobre uma jovem colegial londrina (Carey Mulligan) que se deixa levar por um cara mais velho (Peter Sarsgaard) que aparentemente pode lhe oferecer a vida dos sonhos e mostrá-la como o aprendizado com a vida conta mais, a garota também já tem seu Q de independência, até mesmo por viver sufocada por seus pais que a querem a qualquer custo em Oxford. Não vou soltar spoiler. Até mesmo os toques franceses no filme são dignos de destaque, o que tbm me faz remeter a protagonista a atriz francesa Audrey Tautou sim, a de Amélie Poulain não sei se foi coisa da minha cabeça, mas uma lembrou a outra .-. No fim das contas, recomendo o filme e recomendo que captem a lição. Next!
Esse não foi de nenhum dos DVD's emprestados, mas sim da TV mesmo. Vadiando pela programação, vi a chamada no Telecine do filme 'A Vida Secreta das Abelhas' que logo me chamou atenção por já ter visto algo sobre ele em algum lugar e tbm por ter a Dakota Fanning como protagonista, que é uma guria que desde a infância mostra seu talento e vem me conquistando cada vez mais a medida que amadurece. Então fiquei esperto pra não acabar esquecendo de assistir como já aconteceu várias vezes e eu me mato por isso. Me preparei e exatamente meia hora antes de começar me joguei no sofá, fiquei vadiando por outros canais até parar no Disney Channel e ver o final de Herbie (que já vi 356 vezes) e acabou me fazendo lembrar da época em que a Disney era descente e fazia filmes dignos sem alimentar essas modinhas atuais irritantes, grudentas, nojentas e do resto vcs sabem... Dando 22h pulei pro Telecine Premium. Então com o que me deparo no filme? Algumas surpresas. Primeiro a guria de One Three Hill, Hilarie Burton, fazendo a mãe da Dakota (não vou contar que ela só aparece em flashes pra não liberar mais spoiler, rs), depois a Jennifer Hudson num papel de empregada toda esculachada e arregaçada.

Depois me aparece Queen Latifah e Alicia Keys como irmãs. Tipo Q? Nem sabia que A-Lixa Quis atuava.
Mas o grande destaque, como o esperado, é a Fanning que faz o papel de uma menina que vive pertubarda por causa da morte de sua mãe e os maus-tratos de seu pai, então ela resolve fugir com a tutora/empregada/mucama/escrava pra descobrir mais sobre sua mãe e sair do sofrimento.

Enfim, Dakota dá um show, assim como o filme todo. Trata de diversos assuntos muito bem, a forma em que é conduzido, adoro esse tipo de filme. Valeu a pena!
Então foi-se meu sábado após isso, não contarei do domingo pq dia de ver a massa brasileira se matando por uma macharada que ganha 1 milhão por cada passo que dá em um campo da África do Sul, enquanto eu aqui me matava de tossir... nem vale a pena.
Este post foi meio atípico, mesmo falando de filmes como antes sem filosofias sem sentido meio-quase-deprês-anyway-tanto-faz, foi meio que mais pessoal. Valendo notar que escrevi tudo na madrugada de sábado pra domingo em um caderno e agora tô passando pra cá. ENTENDAM.